5 de jul. de 2011

O conto de três noites – O relato real de um conto.

14 de maio de 2011

Nesse dia eu ia ao show da Wanessa na The Week, mas ao longo do dia estava meio sei lá... passei o dia pensando no que fazer, o show tava garantido, pois tinha ganhado ingressos, chamei um amigo pra ir junto.

Sempre quis que acontecesse como um sonho, queria muito ser notado novamente por uma pessoa que até esse dia não me saia da cabeça...

Preparei-me para ir ao show e já sabia que iria sozinho, meu amigo não pode me acompanhar, esperei minha irmã chegar pra deixar a chave com ela, sai então de casa meio que sem rumo.

Algo me dizia pra não ir pra São Paulo nesse dia, pouco antes falei com minha amiga que tava reinaugurando seu espaço nessa noite e me pediu que fosse pra lá, falei com ela sobre o show que tinha ganhado os ingressos e tal. Ela me apoiou, falou que fosse mesmo e me divertisse lá na The Week. Já no centro da cidade tava rolando a Virada Cultural, parei na praça do Carmo e encontrei um pessoal e fiquei conversando...

Pronto, não vou ao show! Pensei e decidi! Tomei meu caminho pra balada da minha amiga que aconteceria o re-opening. A casa demorou a abrir, esperei fumando uns (sim foi mais que um até abrir a casa) cigarros. Como estava sem mais nada de interessante pra fazer comecei a olhar o movimento e percebi dois rapazes chegarem de carro e caminharem pro outro lado da rua e também um deles se pôs a fumar alguns cigarros. Eu não tinha ideia, noção, imaginação de que um deles poderia mudar minha vida de maneira alguma até aquele instante...

Dentro da balada me sentia deslocado, como sempre, já que aquele lugar me trazia um turbilhão de sentimentos! Tantas noites na companhia da gêmea, tantas noites aprontando coisas inimagináveis depois de uma semana louca de trabalho e faculdade... e é claro depois de ter conhecido o que seria a pessoa que me traria e tiraria minha calma em menos de um mês. E o que esperava que acontecesse tava pra acontecer novamente, cada vez mais a sensação que eu estava muito certo de não ter ido a São Paulo nessa noite!

Dando um tempo da pista de dança, fui pra área externa da casa e lá aviste a chegada dele, do Yuri, pra mim seria mais uma noite comum, já que ele mesmo não me notava fazia um tempo. Errei e errei feio! O Yuri me notou nessa noite, veio falar comigo e eu notava uma outra pessoa, aquele rapaz que eu vi chegar e fumar um cigarro do outro lado da rua, mas para minha tristeza notei também que ele tinha um artefato cilíndrico no dedo anelar da mão direita e meio que tudo fez sentido ou não...

Mais algumas conversas jogadas fora com o Yuri e então aquele mesmo rapaz do começo, fumando um cigarro do outro lado da rua, resolveu fumar um cigarro numa magnifica arvore que estava a minha frente na área externa daquela boate (meu coração dispara agora, agora mesmo, enquanto escrevo, não naquele dia, agora mesmo, tô escrevendo isso e ficando sem folego de lembrar cada momento do começo!) e ao terminar o cigarro ele para na minha frente e: “Oi... me desculpa... por te olhar muito!!! Você tem msn?”. Sabe aquele momento em que nada vem a mente, que a gente simplesmente balbucia qualquer coisa? Foi o que me aconteceu, simplesmente passei meu msn a ele e fim! Ele foi pra mesa com o ‘namorado’ dele e eu continuei sozinho...

Como um sonho tudo aconteceu de novo... depois de um tempo de mais uma rodada de conversa com o Yuri, ele me toma em seus braços como da primeira vez, como da primeira vez no mesmo lugar e como da primeira vez iriamos pro mesmo lugar. Como num sonho também tudo ficou nebuloso e eu só queria acordar após ter sonhado com aquilo por muito tempo, talvez o sonhos tenha perdido a graça e perdeu...

Não sou do tipo de cara que gosta de aproveitar de qualquer tipo de situação, muito menos me intrometer onde não tenho propriedade de fazer qualquer coisa que não seja não fazer nada pra não prejudicar ninguém! 
Tendo esse pensamento claro, posso continuar a desenvolver tudo que me aconteceu nessas duas noites.  Uma breve pausa pra um cigarro...

Nesse dia, nesse exato dia pensei que teria mesmo que ficar por Mogi e ao decorrer do dia e quando cheguei no Super Star isso ficou mais claro, porém não estava completo esse pensamento até o dia seguinte...

15 de Maio de 2011

Domingo, o que esperar do domingo? É sempre a mesma coisa, mas esse eu tinha muito o que pensar, afinal tinha acabado de voltar da casa do meu ex que por algum instante quase voltou a ser o que eu pretendia que um dia ele seria. Como continuou tudo na mesma, eu também continuei como sempre a pensar e pensar sobre tudo que aconteceu. No começo da tarde tive sim muito mais o que pensar depois de receber um pedido de contato no msn, sim, aquele rapaz do começo da noite anterior, que atravessou a rua e foi fumar um cigarro e depois dentro da boate veio e ultrapassou todos os limites dele e meus pra me pedir meu msn! Ele me adicionou e conversamos e foi tudo muito rápido até o momento que ele estava em minha casa, minha cama, olhando nos meus olhos, tocando meu rosto, fazendo com que meus olhos se enchessem de lágrimas, numa conversa surreal e eu tentando manter aquilo de uma maneira convencional e tentando não me envolver, tentando não deixar aquilo passar como é falado em Weekend Love (Spice Girls) e o tentar não deu certo!

Disso tudo que veio todo o sentido para o que tava acontecendo desde o dia anterior, todas as respostas ficariam cada vez mais claras do que estava acontecendo com a gente, como na madrugada passada o meu eu me reprimindo dos desejos que pairavam sobre minha cabeça, a minha vontade e tudo isso deu mais ênfase ainda a todas as sensações de coisa certa que estava fazendo, por mais incorreto (nas duas ou três situações que participei nessas 24 horas) ou contra meus princípios (e qual principio está certo?) eu deixei me levar com certeza... era exatamente isso que eu precisava, minha vida transformou depois de uma partida de New Super Mario Bros do Wii!

E cá estou, Mogi das Cruzes, 30 de Junho de 2011, mostrando e abrindo todos os sentimentos que agora esta gravado de forma singela numa aliança que vai além da forma cilíndrica que envolve meu dedo, mas no fundo da minha existência, da minha vida, eu declaro estar perdidamente apaixonado e amando aquele, aquele rapaz mesmo, que naquele dia atravessou a rua, fumou um cigarro, pediu desculpas por me olhar demais, pediu meu msn, veio a minha casa, pediu um beijo de uma forma torta e ingênua e nisso resultou em tipo... cacete! Parece que eu o conheço desde de qualquer vida passada que eu possa ter tido, parece que crescemos juntos e nutrimos gostos juntos e tipo somos juntos! Posso dizer mais ainda! Se existe historia escrita pra gente, por mais torta que seja ela acontece e acontece de maneira mais torta ainda que nos deixa boquiaberto e feliz do jeito que estou hoje! (P(L)(&)*

*Isso (P(L)(&) quem conhece sabe! 

22 de mai. de 2011

Opostos

O choque não assusta
O fogo não queima
O frio esquenta
A verdade não mais dói
O não tem outro efeito

A transparência do dia
Misturado ao sonho da noite
mesmo que um presságio
a idade mostra o contrário

15 de mai. de 2011

Não que eu não queira

Um beijo um momento
Um toque entre lábios
Um toque entre corpos
Um só pensamento

Ao mesmo instante tudo para
como se os sentidos bloqueados
como se as situações não permitidas
o pensamento não para

proibição de desavença
amor sem recompensa
abraço interrompido

lágrima reprimida
num choro apaixonado
que somente quem sente
sabe do que falo

Não que eu não queira
como aprendi que o não
pode ter seu sentido ofuscado

9 de mai. de 2011

Ciclo

Passar, deixar passar, passado

deixar

Deixe ir
A perfeição
De perfeição 
Ao partir

Vazio

Vazio de exatidão
o ar passa com o suspiro do pensar
a vida se esvaíra num sopro no ar
suplico em vão

o final do viver
vem de dentro do eu ser

saudade, vazio, luz
escuridão de sentidos jogados aos meus

a mente que um dia brilhou
entristece no que restou

19 de jan. de 2011

Quem era Marina?

Abaixo vocês conferem Quem era Marina? na íntegra! 
Ou então baixem o arquivo em .doc pelo link: Quem era Marina?

Espero que gostem desse mini romance que escrevi com muito entusiasmo e em breve teremos Despertar para Lembranças (título provisório). Agradeço muito o carinho que recebi ao longo do desenvolvimento dessa história!

A viagem (23/09/2010) (taf.)

2010

Marina e Raul planejavam essa viagem com muito entusiasmo, ocorreram alguns contratempos na metade do caminho, mas nunca desanimaram!

Enfim férias! Nem acredito que Marina e eu, daqui a cinco minutos estaremos realizando nosso sonho!

Entusiasmava-se Raul quando o avião ao qual estavam como passageiros levantou vôo. Seu destino: Inglaterra. Pela ansiedade dos dois era esperado que não conseguissem descansar o tempo que estivessem no ar.

Marina, encantadora, olhos verdes, vibrantes como esmeraldas. Uma silhueta nem magra nem gorda, era exatamente como deveria ser, com cabelos longos e lisos, puro preto. Elegante e despojada ao mesmo tempo era o que Raul tinha como sua sorte. Extrovertida, justa e simpática, de personalidade forte, sempre se apresentava como a amiga de todos. Educada e inteligente era o símbolo de mulher que todos desejavam ser, ter, conhecer...

No vôo correu tudo bem, chegaram à Inglaterra no horário previsto e partiram em direção ao hotel em que ficariam. Após se acomodarem no hotel, resolveram sair para um primeiro reconhecimento da vizinhança.

Ao longo da noite conversaram sobre diversos assuntos, o tempo que estão juntos... como queriam ter feito isso antes!

Marina falava a Raul de seus medos e aflições de que não fosse possível essa viagem, mas que agora estava bem, pois tudo estava correndo como o planejado. Ele prestava atenção a todos os detalhes, por mais que o sono e cansaço estavam pesando sobre seu corpo, não perdia nenhum movimento daquela que era a mulher de sua vida. Como ele se encantava por seus movimentos, olhava pra ela com uma ternura, com um carinho... depois de um tempo estava deitado no colo dela pelo sofá.

Raul despertou pela manhã e estava vestido de maneira diferente da que estava antes de dormir. Foi ao banheiro para suas rotinas matinais... chegou a cozinha do loft em que estava hospedado e encontrou o café pronto posto a mesa. Mas recusou-se a iniciar seu café da manhã sem Marina, resolveu então retornar a sala e esperar por ela... acabou por dormir novamente.

Horas depois ele despertou só que dessa vez assustado, pois ao abrir os olhos, percebeu que já havia entardecido. Ficou confuso e começou a rodar o loft todo. Ao perceber que não havia mais ninguém, resolveu ligar para o telefone da Marina. Ao tentar discar para ela, não conseguia lembrar o numero, começou então a procurar pela agenda de seu celular... sem sucesso... sentou-se ao sofá e parou alguns instantes.

Uma sensação terrível de solidão e vazio bateram, e cada vez menos conseguia entender o que estava acontecendo. Foi então que decidiu procurar pela recepção, foi quando calçando seus sapatos avistou sobre a mesa seu anel de noivado e começou a relembrar de tudo, fixando o pensamento de que seria loucura pensar ou imaginar que ela pudesse ter o deixado. Ficou estagnado, ainda no sofá, com pensamentos que o tiravam de si, questionando o porquê isso, estava acontecendo com ele. Tinha medo de saber a verdade, mas verdade do que? Não conseguia sair do sofá, só pensava no nome Marina, que alguns instantes estava tão perto e agora tão longe.

Resolveu descer ao hall, e procurar por respostas, quando chegou a recepção quase caiu por terra! Viu uma recepcionista extremamente parecida com Marina, o primeiro pensamento que veio a cabeça era que só poderia ser loucura ele pensar isso! Foi então que começou a perguntar de sua acompanhante, ficando cada vez mais confuso a cada olhar seu que cruzava com aquelas esmeraldas estonteantes da recepcionista. Foi então que tudo começou a ficar mais confuso ainda, pois para a surpresa dele, a moça de silhueta nem magra e nem gorda havia dito que ele estava sozinho, que tinha chegado ao hotel sozinho, que ela mesma tinha feito a entrada dele e que o único fato relevante era que ele tinha chegado ao hotel bêbado. Mesmo assim não era um motivo pra não saber por onde andava Marina.

Desconsolado saiu do hall em direção a rua e começou a caminhar sem rumo. Sem ao menos prestar atenção na paisagem maravilhosa britânica que o cercava. Cansado decidiu que voltaria ao Brasil...

Esse retorno repentino a sua casa o traria respostas que mudaria sua vida por completo.


Prólogo: Quem era Marina? Pt. 2 (23/09/2010) (taf.)

No verão de 2003, Marina concluía seu curso de Letras e mesmo antes da formatura já se matriculara na pós-graduação em Psicopedagogia. Sempre encantada pelo que diz respeito à mente humana, sua próxima ambição era a de ser psicóloga.

 Teve uma infância nobre, vinha de uma família tradicional de São Paulo, porém de origem inglesa. Sua vida era calma, sempre muito focada em seus objetivos, diferenciava-se das demais meninas de sua idade, pois levava sua vida regrada a bons costumes, salvo um final de semana de cada mês que sempre guardava para relaxar de tudo e todos.

Em um desses finais de semana, conheceu Isabela, ou pra ela, somente “Bel”. Desde então as duas andavam e faziam de tudo, juntas. Todos aprovavam isso, pois qual mal teria duas meninas jovens, bonitas e de boa família, sempre juntas?

Bel era apaixonada por artes e sempre dava um jeito de levar Marina junto, ou numa peça ou num show. Não importava que tipo de arte fosse, Bel sempre necessitava da companhia de Marina pra tudo! E elas nem imaginavam o quanto poderia essa amizade complicar suas vidas...


Quem era Marina? Pt. 3 Mudanças (28/09/2010) (taf.)

Ao termino de seu curso, Marina, decidiu-se mudar para a capital e morar junto com Bel, o que as tornaria quase que inseparáveis. A família de Marina aceitou a idéia muito bem, já que conviviam praticamente como irmãs.

Um mês após a mudança, tudo meio bagunçado ainda, elas já passavam os dias em perfeita harmonia. Marina tornara-se de fato um pouco mais baladeira. A cidade, a companhia e o estar longe dos pais facilitavam um pouco as coisas para a nova vida de Marina.

Não demorou muito para que elas já estivessem aumentando o circulo de amizades delas e no mais sempre eram o centro das atenções.

Então que entre amigos Bel conheceu Ricardo, começaram a tentar um namoro. Marina sente-se um tanto enciumada no começo, mas percebeu que era bobagem e que teria Bel sempre por perto. Logo não demorou muita para que Bel enjoasse de Ricardo e terminasse com ele. E assim foi e aconteceu com os quatro outros casos de Bel, até que ela se envolve com Rodrigo, que naquele momento era casado com Lívia e por coincidência ou não era amiga de estagio de Marina.

Marina então começa a aconselhar a amiga a tentar outros rapazes e de preferência de sua idade já que Rodrigo era por volta de quinze anos mais velho. Mas Bel trata prontamente de acalmar a amiga falando a ela que sabe que Rodrigo era só um momento... e como toda conversa delas, acabavam após grandes gargalhadas, pegando no sono, ou no quarto de Marina ou no quarto de Bel.

Os meses passavam e a união delas ficava cada vez mais forte. E não só a amizade aumentava, mas como a sociabilização delas também. Ficavam influentes com facilidade em todos os ambientes que freqüentavam, conheceram a alta sociedade da capital paulista e passaram a manter contato com as pessoas mais importantes da noite paulistana.

Foi assim que Marina conheceu aquele que mudaria sua vida, Raul. Um jovem com o mesmo padrão de vida dela, recente-bem-sucedido administrador numa multinacional, bonito com olhos azuis, pele clara, cabelos loiros num estilo bagunçado, quase lembrando um surfista se não fosse estar dee terno. Sempre rodeado de amigos, extrovertido e com personalidade calma, faria de tudo para ficar com Marina.

Algum tempo depois resolveram noivar e a única pessoa que não se mostrou prontamente de acordo foi Bel. Foi nesse momento que as coisas começaram a tomar outro rumo. Raul sentia muito ciúme da amizade das duas, como Bel também tinha muito ciúme da relação dos dois.
Mas algo a mais tinha por trás desse triangulo, de amizade e noivado em que o sentimento de amor conflitava entre eles, sendo a base pacificadora de tudo sempre: Marina.


Quem era Marina? Pt. 4 Livia (28/09/2010) (taf.)

Outono de 2000

Raul conhece Lívia, numa feira de Ciências do colégio onde estudam. A partir desse dia começam a sair e se conhecer melhor. Começam então a namorar. Um namoro não tão aprovado assim pela família de Raul, pelo histórico meio problemático de vida de Lívia.

Lívia, bonita, cabelos cacheados e loiros... loiros mais perfeitos que esses não existia em nenhuma das meninas de sua idade! Alta parecia modelo ou poderia ser se não fosse o gênio difícil que ela tinha. Esse mesmo gênio difícil dificultava tanto sua convivência com os pais como com os colegas de escola. Até que seus pais resolveram dar uma espécie de tratamento de choque com ela... a internaram. Durante um tempo ela se afastou de tudo, até mesmo de sua família.

Voltou dessa suas “férias” mais bonita do que já era. Nem parecia que havia sido internada por transtornos emocionais! E quando voltou causou todo tipo de burburinho, uns diziam que ela esteve grávida nesse tempo, outros diziam que tinha começado a usar drogas e então precisou de tratamentos, teve até mesmo aqueles que acreditavam que ela foi pra um retiro espiritual e outros que ela tinha ido pra um convento, mas não conseguiu seguir a linha e voltou pra sua casa.

Apesar dos empecilhos que Raul e Lívia viviam, o relacionamento deles ia de muito bem, obrigado. Até em que Raul ganhou em um de seus aniversários, uma viagem para se aprofundar outra língua no Canadá. Foi quando começou a desestruturação emocional de Lívia afetando a todos a sua volta.

Raul gostava de Lívia, mas não como um dia viria gostar de Marina, decidiu-se então pela oportunidade da viagem. Com isso tentou convencer ou ao menos tentou fazer Lívia entender que seria importante pra ele essa viajem.

Lívia revoltou-se com a condição, sentia-se largada por Raul. Já havia enfrentado muitas coisas em sua vida pra ter que passar por mais essa. Num impulso de conseguir se libertar dessa situação que já estava virando uma situação doentia, procurou maneiras de chamar a atenção de todos a sua volta, fazendo das coisas mais absurdas pra isso. Quando percebeu que nada mais adiantava, trancou-se em seu quarto por uma semana, sem sair de lá pra nada. O resultado disso foi o pai dela ter que arrebentar a porta do quarto para verificar como estava sua filha e a encontrar desacordada no chão...


Quem era Marina? Pt. 5 No caminho de volta (06/10/2010) (taf.)

Ainda assustado pelo impacto do desaparecimento sem sentido de Marina para Raul, ele desembarca em São Paulo. Seu sofrimento só se prolongava, pois na confusão de voltar o mais rápido possível pra casa, seu celular ficou sem bateria. O caminho do aeroporto a sua casa parecia interminável e com ajuda do transito ele só ficava ainda mais irritado.

Ao chegar em casa, sua mão o abraçou como se fosse o último abraço que o poderia lhe dar. Toda situação que o envolvia naquele momento, cada olhar, cada cumprimento o fazia mais confuso ainda. Estavam todos muito atenciosos com ele. Sem entender, por um instante esqueceu um pouco pelo o que havia voltado.

Era um momento estranho, toda a família reunida ali, até parecia que estavam esperando por sua chegada e da forma em que estava sendo abordado não conseguia fazer mais nada a não ser receber todo carinho de seus familiares.

Ao olhar em sua volta, percebeu que todos sem exceção estavam emocionados, parecendo que ele teria voltado de alguma guerra ou coisa parecida, neste mesmo instante bateu um pesar muito grande em seu peito, faltou-lhe ar, ficou zonzo, mas tentou com todas as suas forças não padecer. Ele precisava saber o que estava acontecendo nada mais fazia sentido, nem sua família, nem nada. Foi então quando perguntou o que estava acontecendo, onde estava Marina? Por que ela não estava onde todo mundo estava? Por que ela o deixou sozinho? Foram tantas indagações num confronto com todo mundo pedindo para que ele ficasse calmo... sua visão fica escura, a tontura volta e em seguida ele sente seu corpo inteiro estremecer e quando recupera sua consciência ele percebe que estava apenas sonhando ainda dentro do avião voltando ao Brasil.  

Quando chegou a sua casa, se ele pudesse atravessar o portão sem abri-lo o teria feito. Sua mão tremia ao tentar abrir cada fechadura que existia em seu caminho. Ao entrar na sala, sua mãe estava sentada olhando pela janela que dava para um lindo jardim. Quando ela o viu, surpreendeu-se, não esperava que o filho chegasse de viajem tão cedo. Logo ficou assustada, pois percebeu que ele não estava em seu estado normal.

-Onde esta Marina?! – Raul grita.
-Por que voltou tão cedo?! – Clara pergunta.

Essas duas perguntas ecoaram na sala entre Clara e Raul cruzando olhares.

Clara sem saber ao certo o que dizer ao filho, foi em seu encontro e segurou suas mãos, olhou profundamente em seus olhos com temor do que pudesse estar acontecendo e lhe disse com um tom suave em sua voz:

-Você quem a deixou meu filho!

Ele não conseguia acreditar no que acabara de ouvir, não queria acreditar. Eles partiram juntos em viagem à Inglaterra. Começou a chorar intensamente, como se estivesse presumindo isso. Mas não era possível, não era aceitável, junto com sentimento de angustia, revolta, dor, confusão...

Ao perceber que algo de errado estava acontecendo com Raul, Clara sentou-se junto a ele no sofá e então começou a perguntar a Raul o porquê de ele ter voltado tão cedo de sua viagem. Com expressão de raiva, Raul começa a contar tudo que aconteceu na ida a Inglaterra.

Clara ficou estagnada após o relato de Raul sobre o sumiço de Marina. Percebeu então que teria de ser mais enérgica com o filho...


Quem era Marina? Pt. 6 Vidas Cruzadas (07/10/2010) (taf.)

2001

Lívia é levada as pressas ao hospital por seu pai, ao chegar lá, a família dela descobre que ela estava grávida. Lívia também não sabia de sua atual condição.

Algumas semanas depois, Lívia com sua saúde restabelecida e Raul em viagem, decidiu que seguiria sua vida. O mais importante pra ela era ter seu filho.

Algumas semanas antes do nascimento de Henrique, Raul estava de volta à cidade, fazendo com que Lívia tivesse os últimos meses mais delicados de sua gestação, resultando na sua mudança para capital de São Paulo a fim de ter um parto menos perigoso tanto pra ele quanto para seu bebe.

Ainda estressada com a volta de Raul, somente depois de dois meses ela conseguiu chegar perto de seu filho com muita ajuda de seus parentes. Ao se aproximar de Henrique efetivamente, conseguiu forças para tentar superar seu passado.

Alguns anos depois (2003) ela conhece Rodrigo, mesmo ainda pensando no pai de Henrique, decide casar-se com Rodrigo, sem perceber que essa seria a decisão mais errada que ela poderia tomar.

Rodrigo era do tipo mulherengo, interessou-se mais pela situação financeira de Lívia do que dela mesmo. Ao perceber que era mãe solteira viu a mulher perfeita para criar uma família e mostrar o seu lado bondoso de pai maquiando seu lado infiel.

Lívia sentia-se segura junto com Rodrigo, bonito, ótimo pai e sempre disposto as vontades dela era difícil desconfiar da indole de quem dividia sua casa. O trabalho dele era seu álibi: Consultor de Negócios. Viajava pra outros estados o tempo suficiente pra viver seus adultérios. Só que nem Rodrigo e muito menos Lívia poderiam imaginar que a próxima amante estivesse mais próxima do que esperavam.



Quem era Marina? Pt. 7 A festa (10/10/2010) (taf.)

2006

Bel estava linda na noite de lançamento da nova campanha que ela era responsavel pela editora onde trabalhava. A noite estava perfeita, convidados mais que especiais, amigos e parentes proximos prestigiando o evento. Marina claro, a acompanhava, sempre ao seu lado como era esperado e para inquietação de Raul que também estava presente nessa festa.

Foi então nessa noite em que Rodrigo e Bel trocaram mais que olhares, trocaram caricias... até o momento que Marina flagra os dois em meio a um beijo e para surpresa de todos Rodrigo se constrange, pois uma coincidencia desagradaval acabara de acontecer, Marina era amiga de Livia, fazia estagio com ela e Rodrigo também a conhecia por isso. Essa surpresa só não abalou mesmo Bel, isso era muito pouco pra quem levava a vida sem compromisso como só ela sabia fazer.

Apesar do ocorrido o restante da noite seguiu perfeitamente, o lançamento da campanha editorial de Bel foi um sucesso! Recebeu elogios de todos os presentes na ocasião. Essa noite também como todos os outros acontecimentos iriam render consequências que marcariam a vida de todos.


Quem era Marina? Pt. 8 Aproximação (10/10/2010) (taf.)

Um dia qualquer para Marina no serviço, era isso que via quando chegou a empresa, mas não era isso que o dia guardava pra ela. Como de costume chegava sempre adiantada de seu horário, tomara café normalmente junto com os outros funcionários e um pouco antes de seguir para seu posto de trabalho encontrou Livia num dos corredores do grandioso predio. Perceubeu uma tristeza no rosto de Livia, então resolveu ver o que se passava. Combinaram que almoçariam juntas, pra conversarem um pouco mais do que o comum.

No almoço Livia contou a Marina suas desconfianças quanto a Rodrigo. Apesar de ficar um pouco desconfortável com a situação, pois sabia da posição que tinha nessa história, Marina decide não comentar nada do que sabia. Livia conta que estava triste, desconfiada que Rodrigo estivesse envolvido com outra mulher e que pensava muito em seu filho Henrique, já com cinco anos de idade e como Rodrigo cumpria bem seu papel de pai.

Marina pra tentar amenizar um pouco o sofrimento da amiga, começa a contar como conheceu seu futuro marido, falou a ela que por mais seguro que estivesse com Raul no momento sempre sentia uma angustia pelo passado de seu namorado. Não tinha sido bem resolvido com sua última namorada. Foi quando Livia brincou falando que seria conhecidência demais se fosse o mesmo Raul que tivesse passado por sua vida.

O foco da conversa não era Raul, no entanto, talvez tenha sido esse o prolongar de toda uma conturbada reviravolta que a vida delas sofreria em pouco tempo.


Quem era Marina? Pt. 9 Vidas interrompidas

Em dezembro de 2009, Marina tem a sua primeira maior surpresa de sua vida. Como era novata na vida profissional por conta de sua condição financeira, nunca trabalhara antes. Passou de estagiaria para um cargo de coordenação onde iria tomar conta do núcleo educacional infanto-juvenil da empresa onde trabalhava.

A única condição que impuseram, era de que ela fizesse todo seu preparo durante oito meses em outra unidade e em outro estado.

Raul não conseguiu ver Marina aceitar essa oportunidade sem o consultar antes, não se imaginava ficar longe se quer alguns dias dela.

Ele por sua vez preparava, antes da noticia, talvez o que era pra ser a primeira grande surpresa para Marina, uma viagem para Londres, que era o sonho dela.

Isso foi interrompido com essa ascensão profissional, não só a viagem, mas tudo...


Quem era Marina? Pt. 10 Revelações

- Você não aguentou a pressão toda Raul, do que estava acontecendo com seu noivado, da relação que voces tinham. Praticamente ficou fora de si!

- Você quem a deixou meu filho!!!

Clara continuava a contar o que o filho parecia não lembrar, de mais uma vez ter sido injusto com alguém, dessa vez com Marina.

Raul talvez fosse muito imaturo pra diversas coisas, com certeza uma delas eram relacionamentos. Não aguentava quando as coisas o pressionavam.

- Quando Marina foi em busca dos sonhos dela, você ficou perdido, parecendo nada mais ter importância.

- Decidiu então que viajaria sozinho, pra tentar esquecer tudo que havia acontecido.

Definitivamente a decisão de viajar sozinho não foi a mais acertada a fazer, visto que em seguida teve de voltar pra casa.

O que teria sido essa “viagem” em si? Marina de fato não foi com ele. Ele sentiu a presença dela o tempo todo... teria ele se arrependido do erro que cometeu?

Esse retorno repentino a sua casa o traria respostas que mudaria sua vida por completo.

Quem era Marina? Pt. 11 Destinos...

Marina aceita o convite Bel para tomar um café na companhia dela e Rodrigo. Um pouco receosa com a situação, mas como havia outras coisas que envolviam sua mente deixou passar despercebido, esse café era o mesmo que almoçou com Livia no dia em que Lívia desabafou sobre Rodrigo.

Livia decide visitar Marina nesse mesmo dia, o destino de Livia então estava traçado para que ela soubesse de mais algumas coisas que a fariam a relembrar a velha Livia que costumava ser.

Ao chegar a entrada do condominio da casa de Marina, Livia vê o carro de Rodrigo e ele deixando Marina e dando um acalorado beijo de despedida em Bel. Suas desconfianças estavam certas, Rodrigo estava mesmo envolvido com outra mulher e essa mulher era Bel a mesma que dividia o apartamento com sua amiga Marina, da qual havia contado tudo sobre sua vida... abrira seu coração contando todos os seu medos e desnconfianças, confiara todo esse tempo em Marina.

Saiu desolada, desnorteada, voltou pelo mesmo caminho que veio. As unicas coisas que passavam pela cabeça dela é que a vida dela tinha acabado. Sentia-se traida duplamente por Rodrigo e Marina a quem tinha crescido em confiança nos últimos tempos.

Pensava somente em colocar um ponto final em tudo isso...

Quem era Marina? Pt. 12 Consequências

Raul de fato era um rapaz de boa índole, correto em suas ações, trabalhador, honesto a única coisa que não acertava em sua vida eram os envolvimentos amorosos, seus receios e medos faziam com que ele as vezes se transformasse num monstro.

Marina, quem era Marina? Um doce anjo num corpo de menina, sempre pronta pra ajudar quem quer que fosse, talvez fosse esse o seu maior defeito, a simpatia que despertava em todos.

Bel, mulher de atitude, bonita, pronta pra viver. Do tipo que não tem tempo ruim. Com sua magia envolvente conseguiu conquistar Marina e ser sua melhor amiga.

Rodrigo, perfeito Don Juan! A felicidade dele era ser requisitado, não dispensava nenhuma mulher ou qualquer pessoa que estivesse a fim de elevar seu status de galanteador.

Lívia, típica adolescente problemática que sempre sofreu por amores não correspondidos, complexada com quase tudo que a cercava. Era pra ser tudo diferente em sua vida, tinha o que as outras desejavam. Só ela mesma não enxergava que sua vida era mais completa que a das outras garotas.

Quem era Marina? Pt. 13 A verdade

O que a mãe de Raul não sabia era que o motivo do termino do namoro de seu filho era outro bem diferente. Na realidade Raul deixou Marina, pois desconfiava de sua amizade com Bel. Achava essa amizade muito estranha...

Como todos sabem, Bel é muito apegada a Marina, mas o que ninguém desconfiava era que Marina na realidade é apaixonada por Bel. E isso estava muito confuso ainda na cabeça de Raul, no medo de não suportar perder Marina pra Bel, por mais que tivesse promessas de Marina que isso não iria acontecer, tomou a decisão de partir sem ela em viagem.

Tiveram várias conversas sobre o assunto, isso estava o desgastando demais. Foi quando ele realmente não suportou e foi embora. Porém isso fica muito escondido em seu mundo, tanto que ele simplesmente bloqueou esses acontecimentos de sua memória.

Encontro com Lívia

Mais uma vez os ânimos não ficariam calmos no encontro que o destino aprontou aos dois...

Nos primeiros instantes, pareciam velhos amigos, até que Lívia começa a reclamar a Raul que sua vida tinha se transformado num pesadelo depois dele te-la deixada sozinha.

Foi então no calor do momento Lívia revela o que aconteceu depois do rompimento, o que seria o motivo de sua paz ter retornado por algum tempo: Henrique, seu filho.
Raul ficou em choque ao receber essa noticia, e mais ainda saber que essa noticia não era apenas um aviso e sim um pedido de ajuda... Lívia estava desesperada...

Nesse momento o desespero de Lívia não era por Rodrigo, nem por ter encontrado Raul e contar que era pai de seu filho, nem ao menos por saber que Raul quando voltou de sua primeira viagem tinha se envolvido com Marina.

Esse desespero iria tomar conta de Raul também ao saber de onde Lívia estava voltando...


Quem era Marina? Pt. 14 Casa de Marina

Pensava somente em colocar um ponto final em tudo isso...

E era isso que Lívia foi convicta a fazer na casa de Marina na manha seguinte ao descobrir a vida paralela de Rodrigo. Mas para sua surpresa, ela descobriria que o seu Raul também seria o Raul de Marina.

Ao chegar à casa de Marina, Lívia é recebida por Bel, que fica constrangida e tenta disfarçar seu estado, era intrigante até mesmo pra Bel receber a esposa de seu amante e tentar fingir que nada acontecia.

Quando Bel pediu para que Lívia esperasse na sala por Marina ela observou uma foto familiar na estante... a de Raul. Foi então que Marina chegou a sala e a viu pálida e logo perguntou se estava tudo bem.

Lívia que não suportava mais nada do que estava acontecendo, dispensou cordialidades e perguntou quem era Raul pra Marina. Ao explicar a Lívia por completo sua historia com Raul, ela não sabia mais o que pensar, o que faria.

Ela foi até lá por uma traição do Rodrigo e de Marina, precisava acertar as contas, mas agora percebia a sua volta toda a essência de Raul, todos os conflitos que causou em sua vida no passado, ganhando força agora no presente.

Quando Bel reapareceu na sala falando que saía para trabalhar, Lívia não podia deixar essa oportunidade de lado, ela tinha que fazer alguma coisa por sua honra.
Então começou a falar tudo que sabia sobre tudo e começou a culpar Marina por tudo, por perder Raul no passado e agora por ter escondido a traição de Rodrigo com sua amiga.

Bel estava perplexa com a situação toda, Marina tentava acalmar Lívia com a idéia de que ela estava misturando o passado com o presente, que todos eram muito adultos, mas Marina não sabia do que Lívia era capaz.



Quem era Marina? O amor no final

Esse desespero iria tomar conta de Raul também ao saber de onde Lívia estava voltando...

Raul pergunta a Lívia de onde ela vinha e sem delongas ela responde que acabara de sair da casa de Marina.

Raul no momento não achava que se tratava da mesma Marina, mas logo tudo foi se confirmando.

Lívia contou a Raul tudo que acontecera nos últimos tempos em relação a Marina, Rodrigo e Bel. Então foi questionada o que estava fazendo na casa de Marina, foi quando ela displicentemente colocou a mão dentro de sua bolsa e tirou aquilo que seria uma arma.

Foi tudo muito rápido na casa de Marina depois das revelações que ocorreram, da mesma maneira que Lívia tirou a arma de dentro da bolsa para responder a pergunta de Raul ela fez isso frente a Bel e Marina. Seu alvo era Bel, ela gritava com Bel e gritava com Marina também.

Ela apontou a arma para Bel tentando justificar aquilo que faria com a traição de Rodrigo, ora ela apontava pra Marina justificando também acerta-la já que Marina em sua concepção tinha roubado Raul dela uma vez e por agora ter traído sua confiança omitindo a traição de Rodrigo.

Tanto Marina quanto Bel pedia calma, claro que de maneiras diferentes já que Bel desacreditava que Lívia faria realmente alguma coisa.

- Quando eu atirei em Bel, Marina se jogou na frente dela... não era pra ser assim!

Marina, quem era Marina? Um doce anjo num corpo de menina, sempre pronta pra ajudar quem quer que fosse, esse foi o seu maior erro, carregou a culpa de tudo e todos pra si mesma, quando tentou defender Bel do tiro que era pra ser dela.
                                                                                                                                                             FIM

2 de jan. de 2011

Entendimento, vida nova, crescimento!

A gente cresce, mas toma conhecimento disso depois de um tempão. Você começa a encarar a realidade de forma diferente, percebe que o conto de fadas quem faz é você e decide se quer ou não viver nele.

Os gostos mudam e essa mudança causa um grande estranhamento. Vê as pessoas trocando de atitudes com pessoas, sente mais calor ou mais frio em situações que até então não faziam diferença.

A ficção quase não me atrai mais, hoje assisto alguma coisa que já não mais me faz rir ou chorar. Mas existem gostos que ainda permanecem (agradeço muito por isso), como um ano novo que chega, nossa essência não é nova, ela apenas se renova. Daí que excluímos aquilo tudo que não nos pertence mais, sutilmente, mas excluímos.

Agora com 25 anos, uma formação em andamento, menos questionamentos e mais entendimentos, cheguei a conclusão que até mesmo a família somos nos quem criamos. Temos laços de sangue, mas o emocional não manda nisso. Ver pessoas queridas, que amamos, tomando atitudes insensatas talvez não me faça mais chorar, mas me faz entender, compreender o coração que temos.

Disso tudo o que mais fica claro é que: a pessoa que mais te atira pedras é aquela que mais atitudes das quais te recriminas faz!

Ou seja, faça como eu falo não faça como eu faço...

Então esse é o momento certo de aproximar de pessoas que não te recrimine, mas que te mostre caminhos ou mesmo que apenas fique ao seu lado e também te compreenda.

Estou bem por ser eu mesmo!

Ps.: Esse post, é algo único, não pretendo tornar o blog algo pessoal, mas preferi começar o ano com essa mensagem que ficou na minha cabeça por um tempo, devido a algumas coisas que me aconteceram a pouco. Em breve darei continuidade as minhas histórias e o romance "Quem era Marina?" já esta finalizado e em breve irei posta-lo na integra para todos vocês! Um ótimo 2011!